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Push/PullEssa banda quase acabou. Não iria fazer falta pra mim, eles faziam um post-rock em grande parte genérico e nem garantiam a audição completa do disco. Aí em 2006 voltaram com membros novos, casa nova na Burnt Toast Vinyl e um disquinho de pouco mais de meia hora que se não primava pela originalidade tinha três fatores que faziam dele perfeito: o baterista Jason Torrence, o uso de metaleira de forma deliciosoa a produção nítida, clara, límpida e sei lá mais quantos adjetivos similares.

O complicado de escrever sobre música, em especial sobre instrumental, é que eu posso ficar aqui pisando no acelerador e entregar metáforas, linhas poéticas e nem ao menos chegaria perto da real sensação que ela causará em você, eu só posso sugerir ou induzir. E não quero fazer isso com esse disco, pois ele apresenta elementos comuns aos gênero que o menos atento ouvinte de bandas como Explosions in The Sky e Mogwai vai perceber. Vou me ater aos três itens que falei ali em cima:

O baterista Torrence possui uma levada rítimica única, lembra a batidas do Dave Lombardo (é, o do Slayer) que você pode escutar em qualquer lugar e identificar. A metaleira não atua em primeiro plano na maioria das vezes, sempre aparando as quedas das canções (talvez aí um explicação para o título do disco) e criando novas linhas que prendem o ouvinte, fazendo o disco voar nos fones. Cria um sensação boa, dá vontade de escutar outra vez essa banda do Kentucky só pra saber se naquele momento foi um solo de trumpete ou a virada compassada da bateria que me chamou a atenção. Um disco que até apareceu em algumas publicações especializadas no top 2006 mas que como toda a grande maioria desse tipo, não chegam aqui. Baixe aqui neste link.

A banda.

  1. Blude em 27.02.2007
    1

    Esse eu pago pra ouvir. :D

  2. Thiago em 03.03.2007
    2

    gafanhoto, olha um fórum bacanudo sobre post-rock (você provavelmente já conhece): http://afterthepostrock.com/forum/index.php

    veja lá. tem muita coisa interessante. algumas discussões desnecessárias, mas aí é só não clicar no link. ;)

    abraço!

  3. Bunker » No pop in the champagne room em 04.04.2008
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    [...] atrás eu escrevi um pouco sobre esse negócio de post rock aqui neste blog. Até no Dois Discos tem textos sobre o [...]

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