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Todo ano é a mesma coisa, cinquenta bandinhas irritantes são apontadas pelos vários Lúcio Ribeiro espalhados por todo lugar, tem até lista dos que vão despontar do anonimato para a capa da Nme. A realidade é que poucas bandas sustentam o hype durante o tempo necessário para que o segundo disco comprove ou não o talento do grupo. Nem todo mundo é um Strokes.O ano mal começou e “Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not” vazou na net e começou a fase de dominação mundial começada em fóruns e listas de discussão hypadas e que culmina em alguns meses, pode esperar. A melhor parte é que o disquinho tem momentos ótimos. E isso é legal para aquels que terão de enfrentar músicas da banda em todas as festas descoladas por aí.

Em termos de comparações, arrisco apenas que o Arctic Monkeys vem para ocupar o lugar do Libertines como banda que faz shows pesados e garante algumas faixas legais pra se escutar em festas e degustar a cerveja. Tem faixas boas mesmo, que te deixam com vontade de dançar e tal. É rock inglês bem tocado e com uma pegada densa, te deixa hipnotizado. E ainda é bem pop.

Então aconselho apenas que faça o trivial: baixe o disco, curta o bastante e depois esqueça. Como deve ser.

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