bunker

Até

25.02.2006 | 42

Quatro dias de folga. Nada de festinhas bestas, pessoas cantando e fantasias ridículas. Estou indo pra casa dos meus pais láá no meio do mato. Nada melhor do que isso. Até quinta com a rotina nossa de cada dia.

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Time Of Your Life

18.02.2006 | 42

Essa semana tinha uma porrada de coisas pra escrever aqui, a maioria sobre os filmes que assisti para o oscar, só que o estágio suga mais tempo do que eu imaginei. As poucas horas livres fico matando uns gringos no America’s Army para relaxar ou dormindo.

Mas hoje é sábado e consegui dormir bem, no entanto as previsões da semana vão acabar literalmente o meu tempo, já que começo um curso de certificação na quinta. Vou fazer tudo ao mesmo tempo como se fosse uma última chance ao meu curso na faculdade que continua num ar tão morto que às vezes esqueço o que estou fazendo lá. Ou começo a trabalhar e buscar certificações ou adeus curso.

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Nem pude ir à última sessão do Olímpia, que o Marcus Pessoa deu um ar clássico e fez umas das poucas campanhas virais partidas da internet aqui do estado. Fica o meu registro sobre o a morte do cinema, que mostrou tanta coisa incrível para os olhos de um moleque que se hoje escrevo impressões sobre filmes é por ter assistido religiosamente filmes lá.

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Segunda-feira é meu aniversário. 19 anos, três deles passados dentro da blogosfera. Nem posso linkar os textos de outras datas pelo fato de ter apagado os outros blogs. Sou mau mesmo.

Ano passado foi maravilhoso, não podia ter um 18 anos melhor do que o que tive. Esse ano comecei investindo tempo, dinheiro e neurônios na minha futura profissão.

E incrível notar que algumas resoluções minhas ultrapassam a idade, pareço um velho falando de tão quadrado. O inverso também acontece. Preciso ler mais livros, faz falta conhecer pessoas interessantes. O mundinho que me encontro é cheio delas. Nem com todo o rock do mundo posso sair limpo. Alguns livros me ajudarão.

Então anuncio meu feliz aniversário e agradeço ao meu Amor pela paciência. A todos que me aguentam no dia a dia (sim pessoal do Andada, estou olhando pra vocês), entram neste blog e comentam. Aos blogueiros ali nos links, vocês são fodas, acompanhar vossos textos é um privilégio. Muito obrigado a todos vocês e vamos para outro ano.

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Keep Rockin?.

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Rotina

15.02.2006 | Nerdices

Você percebe que está trabalhando num lugar cheio de nerds quando ouve:

-Me diz se tem algo melhor que Heavy Metal.
-Hmmm… Chocolate!

Eu responderia de cara “Mulher!”, mas enfim…

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Shane Black é conhecido pelo roteiro de Máquina Mortífera, filme que trouxe o esquema dupla-de-policiais-diferentes-que- se-insultam-o-tempo-todo para as massas na década de 90. Agora é o diretor do filme policial mais legal/cool que assisti em um bom tempo.

Aqui o esquema é o mesmo: dupla que não se entende e tem de resolver um mistério. Aí pode contar com um cadáver, umas festas, armas, mulheres lindas, pulp books, hotéis luxuosos e referências pop. Ah, e é em Los Angeles.

O roteiro é impecável para quem gosta de uns tiros e beijos. Robert Downey Jr está simplesmente perfeito no papel de ladrão fajuto que vai parar em Hollywood, dosa humor escrachado e falas românticas de forma que parecia ser improvável para um ator como ele, e ainda presenteia o espectador com uma narração em off perfeita em timing.

Além de fazer arruaça com todos os clichês do gênero policial, Shane Black faz críticas a Hollywood de forma deliciosa e que faz despertar gargalhadas sonoras espontaneamente. Assista sem moderação.

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Buddy Guy

01.02.2006 | Discos

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Tenho uma afeição pelo Blues desde criança, é um estilo que me alimenta de uma forma dierente do rock. Tem a guitarra tocada com feeling incríivel e o vocal denso, a sacanagem e a sensação blue mesmo. Vai explicar.Então de vez em quando baixo alguma coisa, seja BB King, Hooker ou um blueseiro que despontou agora. Assim como às vezes tenho necessidade de deixar as guitarras de lado e escutar piano e orquestra, o blues pede atenção. E nada melhor como precisar escutar algo e ao dar o play ter aquele som entrando na sala e enchendo o lugar de música. Assim mesmo. Não sou um apreciador ferrenho do blues, mal sei discutir diferenças entre um blueserio e outro. Apenas quero aquela música tocando.

Buddy Guy é uma entidade no negócio e ano passado lançou este Bring Em Im tocando com alguns convidados e banda bem afiada. A produção do disco aidna deixa o charme do ruído de estúdio no mix final. Coisa finissíma.

E também tem uma coisa que adoro nos blueseiros: a quantidade álbuns já lançados, mesmo se esse soar fraco pra você, temuns outros vinte que podem soar de forma diferente. Tem Buddy por anos para quando eu precisar.

Ainda bem.

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